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quarta-feira, 20 de março de 2013

Ácmon (Éter)



"Éter ou Acmon era a divindade do ar brilhante do dia"


  Na mitologia grega, Éter ou Acmon, Acmão, era um dos deuses primordiais. Personificava o brilhante céu superior, a envolver o Cosmos e separá-lo da confusa escuridão do Tártaro.   Na Teogonia de Hesíodo, Éter é filho de Érebo e Nix e irmão de Hêmera, mas Higino o considera filho de Caos e os poemas órficos o fazem filho de Chronos e Ananke e o consideram a alma do mundo, da qual toda a vida emana.   Para os poetas Calímaco e Alcman e para Cícero, Éter ou Acmon era pai de Urano, chamado por eles Acmônida, assim como seus descendentes. Higino o considera pai de Gaia, Urano e Talassa, nascidos de Hêmera e também de Algos (dor), Dolos (dolo), Lissa (ira), Pento (luto), Pseudólogo (mentira), Horco (juramento), Poine (Vingança), Intemperança, Anfilogia (altercação), Lete (esquecimento), Aérgia (Preguiça), Deimos (medo), Soberba, Incesto e Hismine (pugna), todos nascidos de Gaia. Aristófanes o considera pai das Néfelas.  A cada dia, Hêmera dispersava as brumas escuras de Érebo, arrastadas dos abismos profundos do Hades pela sua mãe Nix, para trazer o dia ao mundo. Uma bloqueava a luz de Éter ("brilho", "céu azul") e a outra a revelava. Nessa antiga concepção cosmogônica, noite e dia eram vistos como independentes do Sol: o brilhante Éter e não o astro-rei era a fonte do dia. O Éter era também o brilhante e puro ar superior que os deuses respiram, em contraste com o ar incolor e espesso (grego Ἀήρ, latim aer) respirado pelos mortais e com o ar inferior e escuro do Érebo. Era ainda visto como a muralha defensiva de Zeus, a fronteira que separava Tártaro do resto do cosmos.Como Tártaro e Érebo, Éter tinha santuários mas não templos e provavelmente não era cultuado.


(Texto retirado de:http://pt.fantasia.wikia.com)


  A mitologia fala pouco de Ácmon, o "pai do céu e da terra", cultuado na Ilha de Creta. Há quem diga que ele é um deus grego do período da criação que nasceu da Terra para acabar com o caos e dar origem à luz e ao céu. Ele voltou depois para o ventre da mãe Terra, onde repousa enquanto há ordem. Para outros é considerado o deus da aviação, aquele que alça voo para realizar sua missão e dar ordem e sentido à existência.

(Texto retirado de: http://pt.wikipedia.org)

terça-feira, 3 de julho de 2012

Hélios


  Hélios era muito conhecido na Grécia antiga pois ele era titã do enorme sol que ilumina e aquece nossos dias, e por isso, já houve várias estatuas e templos para ele, um exemplo é o enorme Colosso de Rodes, que foi demolido por causa de um terrível terremoto. Todos o confundiam com o deus Apolo, que era o deus do sol. Qual a diferença entre Hélios e Apolo? Hélios era um titã e Apolo era um deus Olímpico. Um de seus principais filhos foram Eetes, Circe, Perses e Pasífae.

Textos retirados de outros lugares:

Hélio (em grego: Ἥλιος, "Sol", latinizado como Helius) é a personificação do Sol na mitologia grega. Hélio é filho dos titãs Hipérion e Téia (ou Tia), tendo como irmãos Eos ou Aurora e Selene, a Lua.
É casado com Perseis, filha de Oceano e Tétis. Com ela, Hélio teve vários filhos, entre os quais Eetes, Circe, Perses e Pasífae, que se casou com o rei Minos de Creta. Hélio com Clímene teve sete filhas, as Helíades, e um filho, Faetonte. Higino também dá uma versão alternativa na qual Faetonte é neto de Hélio.
A sua cabeça é coroada por uma auréola solar. Circula a terra com a carruagem do sol atravessando o céu para chegar, à noite, ao oceano onde os seus cavalos se banham. Nada do que se passa no universo escapa ao seu olhar, sendo frequentemente convocado por outros deuses para servir como testemunha. De acordo com o autor romano Ovídio, Hélio conduz uma carruagem puxada por quatro cavalos luminosos: Pírois, Eoo, Éton e Flégon.
Com o passar do tempo, Hélio é cada vez mais identificado com o deus Apolo. No entanto, apesar de seu sincretismo, eles foram muitas vezes vistos como dois deuses distintos (Hélios era um Titã, enquanto Apollo é olímpico). O equivalente de Hélio na mitologia romana é Sol, especificamente Sol Invictus.

(Texto retirado de: http://pt.wikipedia.org)


Na mitologia grega, era a representação divina do Sol em todas as suas fases e latitudes, desde o nascer ao desaparecimento. Filho de Hipérion, era neto de Urano e de Gaia, irmão de Eos, a Aurora, e de Selene, a Lua. Enquanto Apolo era o deus da luz do sol,  ele era o olho do mundo. Percorria o céu todos os dias, de leste para oeste, num carro flamejante puxado por quatro corcéis, para levar luz e calor aos homens. Foi ele quem revelou a Deméter a verdade sobre o rapto de Perséfone por Plutão. Na Grécia clássica, foi cultuado em Corinto e principalmente na ilha de Rodes, onde era considerado o deus principal, honrado anualmente com uma grande festa. Ali seus adoradores ergueram o famoso Colosso de Rodes, um enorme escultura em bronze representando um belo jovem coroado de raios resplandecentes, erguida em sua homenagem, no século III a.C. e considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo. Seu filho com Clímene, Faetonte, morreu ao tentar conduzir o carro do Sol, buscando provar sua ascendência divina. Narra a mitologia que a ninfa Clítia, apaixonada pelo deus do Sol e por ele desprezada, foi transformada por Apolo em heliotrópio, flor que gira ao longo do dia sobre seu caule, voltada sempre para o Sol, ou a conhecida flor Girassol.

(Texto retirado de: http://www.dec.ufcg.edu.br)