Mostrando postagens com marcador apolo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador apolo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Asclépio

  Hoje irei postar sobre Asclépio (ou Esculápio), que era deus da medicina. Ele não era um deus olimpiano, mas ele era bem reconhecido por seu poder (medicina). Dizem que ele foi filho de Apolo, e Quíron o ensinou a arte da cura, mas ele ficou tão bom, que ele podia fazer os mortos voltarem a vida, e por isso, Zeus o matou.
Entre as curas que teria operado, estão as de vários heróis feridos em Tebas, de Filocteto em Tróia, do tirano de Epidauro, Ascles, de uma doença nos olhos, as filhas de Proetus que haviam sido enlouquecidas por Hera, restaurou a visão aos filhos de Fineu, curou com ervas as feridas de Hércules em sua luta contra a Hidra de Lerna, devolveu à vida Orion, Hipólito, Himeneu, Tindareu, Glauco, Capaneu, Panassis e Licurgo.
Ele é representado como um homem adulto, vestido de uma túnica que lhe descobre o ombro direito, e apoiado a um cajado onde se enrola uma serpente (este cajado é seu principal símbolo).


Texto retirado de outro lugar:

Esculápio (em latim: Aesculapius) ou Asclépio (em grego: Ἀσκληπιός, Asklēpiós) é o deus da Medicina e da cura da mitologia greco-romana. Não faz parte do Panteão das divindades olímpicas, mas acabou por se tornar uma das divindades mais populares do mundo antigo, a ponto de Apuleio dizer dele: Aesculapius ubique (Esculápio por toda parte).
Existem várias versões de seu mito, mas as mais correntes o apontam como filho de Apolo, um deus, e Corônis, uma mortal. Teria nascido de cesariana após a morte de sua mãe, e levado para ser criado pelo centauro Quíron, que o educou na caça e nas artes da cura. Aprendeu o poder curativo das ervas e a cirurgia, e adquiriu tão grande habilidade que podia trazer os mortos de volta à vida, pelo que Zeus o puniu, matando-o com um raio. O seu culto disseminou-se por uma vasta região da Europa, pelo norte da África e pelo Oriente Próximo, sendo homenageado com inúmeros templos e santuários, que atuavam como hospitais. A sua imagem permaneceu viva e é um símbolo presente até hoje na cultura ocidental.

(Texto retirado de: http://pt.wikipedia.org)

domingo, 10 de junho de 2012

Oráculo de Delfos


Templo dedicado à Apolo
  O oráculo de Delfos (um oráculo é aquele que tem visões, e geralmente as compartilha) ficava dentro de um templo dedicado a Apolo (deus do Sol e das profecias). Os gregos iam ao oráculo para perguntar aos deuses sobre problemas do cotidiano grego (guerra, vida sentimental, previsões de tempo, etc.). Acreditava-se que os deuses ficavam dentro dos oráculos, junto com ninfas e musas, orientando as pessoas. O oráculo de Delfos é citado na série de Percy Jackson e os olimpianos.

domingo, 3 de junho de 2012

Midas

Toque de Ouro


Certo dia, Dionísio (deus do vinho e das festas) havia se "perdido" e alguns camponeses o ajudaram por 10 dias      e 10 noites. No 11° dia, Dionísio disse a um deles que concederia qualquer desejo, e uma delas pediu para que tudo o que tocasse se transformasse em ouro. E assim foi feito. Ele estava muito feliz com isso, mas em certo dia, ele queria comer, e quando foi tocar em seu pão, ele se transformou em ouro, não deixando o pobre Midas comer. Depois, ele tentou beber um pouco de vinho, mas o vinho também se transformou em ouro, então ele viu que não iria sobreviver com isso. Muito triste com isso, falou a Dionísio que queria muito que retira-se seu dom, e ele respondeu:
 -Vá ao rio Pactolo, e banhe seu corpo inteiro la dentro, e assim, seu dom sumirá.
E assim foi feito, e a partir deste dia, ele odiou a riqueza.

Orelhas de Burro

Quando ele se cansou da riqueza, foi morar no campo, cultuando Pã (deus das florestas). Certo dia, Pã decidiu que sua musica era melhor que a de Apolo, e começou uma briga. Para resolver isso, eles escolheram um "juiz" e tocaram suas musicas. O juiz decidiu que Apolo havia ganhado, mas Midas disse que Pã havia sido melhor, e com muita raiva disso, Apolo transformou suas orelhas em orelhas de burro.

O Cabeleireiro

Midas não contou nada para ninguém sobre as orelhas de burro, apenas a seu cabeleireiro, que não pode se conter, e abriu um buraco no chão e falou o tal segredo. Logo nesse buraco em que ele falou, nasceu uma arvore, que quando estava madura começou a sussurrar o segredo toda a vez que uma brisa passava.