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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Deméter


  Deméter era deusa da agricultura. Ela era filha de Reia e Cronos.  É propiciadora do trigo, planta símbolo da civilização. Na qualidade de deusa da agricultura, fez várias e longas viagens com Dionísio ensinando os homens a cuidarem da terra e das plantações. Ela era representada sentada, com tochas ou uma serpente. Quando Hades raptou Perséfone (sua filha) e a levou para seu reino, Deméter ficou desesperada, saiu como louca Terra afora sem comer e nem descansar. Decidiu não voltar para o Olimpo enquanto sua filha não fosse devolvida a ela, e culpando a terra por ter aberto a passagem para Hades levar sua amada filha, ela disse:
– Ingrato solo, que tornei fértil e cobri de ervas e grãos nutritivos, não mais gozará de meus favores!
  E a partir deste dia, a terra se tornou pobre, as plantas não conseguiam crescer, pois morriam. E logo, Hades também engoliu Deméter, e com a situação caótica em que estava a terra estéril, Zeus pediu a Hades que devolvesse Perséfone. Ele concordou, porém antes, fez ela comer um bago de romã, e assim a prendeu para sempre no mundo inferior (pois quem comesse qualquer alimento nessa região ficava obrigado a retornar).

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Dionísio



  Dionísio foi o criador do teatro, e em suas festas, sempre havia vinho.  Filho de Zeus e da princesa Semele, foi o único deus olimpiano filho de uma mortal, o que faz dele um "semi-deus". O desenvolvimento do Teatro Grego teve origem no culto prestado a Dioniso em Atenas. O festival principal no qual as tetralogias em competição eram executadas era conhecido como Dionisía Urbana. Era um evento anual importante para a democracia. O teatro de Dioniso estava situado na encosta Sul da acrópole de Atenas, com lugares para um público de 17.000. Havia também os concursos dramáticos da Dionisía Rural e o festival Lenaia, cujo nome é um sinónimo de "Ménade". As peças também eram executadas no festival Anthesteria, que honrava Dioniso.

domingo, 3 de junho de 2012

Midas

Toque de Ouro


Certo dia, Dionísio (deus do vinho e das festas) havia se "perdido" e alguns camponeses o ajudaram por 10 dias      e 10 noites. No 11° dia, Dionísio disse a um deles que concederia qualquer desejo, e uma delas pediu para que tudo o que tocasse se transformasse em ouro. E assim foi feito. Ele estava muito feliz com isso, mas em certo dia, ele queria comer, e quando foi tocar em seu pão, ele se transformou em ouro, não deixando o pobre Midas comer. Depois, ele tentou beber um pouco de vinho, mas o vinho também se transformou em ouro, então ele viu que não iria sobreviver com isso. Muito triste com isso, falou a Dionísio que queria muito que retira-se seu dom, e ele respondeu:
 -Vá ao rio Pactolo, e banhe seu corpo inteiro la dentro, e assim, seu dom sumirá.
E assim foi feito, e a partir deste dia, ele odiou a riqueza.

Orelhas de Burro

Quando ele se cansou da riqueza, foi morar no campo, cultuando Pã (deus das florestas). Certo dia, Pã decidiu que sua musica era melhor que a de Apolo, e começou uma briga. Para resolver isso, eles escolheram um "juiz" e tocaram suas musicas. O juiz decidiu que Apolo havia ganhado, mas Midas disse que Pã havia sido melhor, e com muita raiva disso, Apolo transformou suas orelhas em orelhas de burro.

O Cabeleireiro

Midas não contou nada para ninguém sobre as orelhas de burro, apenas a seu cabeleireiro, que não pode se conter, e abriu um buraco no chão e falou o tal segredo. Logo nesse buraco em que ele falou, nasceu uma arvore, que quando estava madura começou a sussurrar o segredo toda a vez que uma brisa passava.