quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sereias


Ola gente, aposto que já ouviram falar das sereias... E de onde elas vieram? Da Grécia! Muitas pessoas acham que elas eram boazinhas, mas não sabem da verdade... Elas tinham uma linda voz, é verdade, mas elas quando cantavam, faziam barcos afundarem, homens morrerem e exércitos eram derrotados. As sereias adoravam se pentear, e se olhar no espelho em cima de uma pedra, para poderem ficar mais bonitas. Elas eram metade humanas e metade peixe, como quase todos já sabemos. O único homem que conseguiu passar por elas foi Odisseu (que colocou tampões de ouvido nos ouvidos).

Texto-Não-Originado-Deste-Blog


Sereia (do grego antigo: Σειρῆνας) é um ser mitológico, parte mulher e parte peixe (ou pássaro, segundo vários escritores e poetas antigos). É provável que o mito tenha tido origem em relatos da existência de animais com características próximas daquela que, mais tarde foram classificados como sirénios.
Filhas do rio Achelous e da musa Terpsícore, tal como as harpias, habitavam os rochedos entre a ilha de Capri e a costa da Itália. Eram tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para os navios colidirem com os rochedos e afundarem. Odisseu, personagem da Odisséia de Homero, conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se. As sereias representam na cultura contemporânea o sexo e a sensualidade.
Na Grécia Antiga, porém, os seres que atacaram Odisseu eram na verdade, retratados como sendo sereias, mulheres que ofenderam a deusa Afrodite e foram viver numa ilha isolada. Se assemelham às harpias, mas possuem penas negras, uma linda voz e uma beleza única.
Algumas das sereias citadas na literatura clássica são:
Pisinoe (Controladora de Mentes),
Thelxiepia (Cantora que Enfeitiça),
Ligeia (Doce Sonoridade),
Aglaope,
Leucosia,
Parténope.
Segundo a lenda, o único jeito de derrotar uma sereia ao cantar seria cantar melhor do que ela.
Em 1917, Franz Kafka escreveu o seguinte no conto O silêncio das sereias:
As sereias, porém, possuem uma arma ainda mais terrível do que seu canto: seu silêncio.

(Texto retirado de: http://pt.wikipedia.org)
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